quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Minha semana...







...até agora. Mas a fase sem graça e desesperada acabou!
Por enquanto.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Expulsas!

No momento, eu daria um cartão vermelho para todas as músicas que insistem em se encaixar exatamente com minhas dúvidas existenciais. Porque é que justo no seu momento mais fossa, mais o-mundo-me-odeia-preciso-de-alguém-que-me-ame, todas as músicas que eu ouço parecem se encaixar na situação e me indicar um caminho que eu tenho medo de seguir? Ou então elas se encaixam exatamente com meu estado de espírito, sem tirar nem por, e acabam me deixando mais triste que antes! Só pode ser uma conspiração de todas as rádios, todos os programas de execução de música, todos os sites como o blip.fm ou o last.fm! Só pode ser uma conspiração. Só pode! Então, cartão vermelho prá essas músicas lindas, mas torturantes!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Trailer de Lua Nova

Estava ontem com minhas mil e uma ocupações, e eis que me deparei com outro trailer de Lua Nova, segundo livro/filme da série Crepúsculo. E não é que eu tive que parar tudo o que estava fazendo para dar uma espiadinha? /bial Depois de ver, fiquei mais ansiosa ainda pelo filme, que se baseia no livro que eu mais gostei (eu acho. meu livro favorito da série vaira de acordo com a estação...). Como eu não só egoísta, mostro prá quem estiver passando por aqui também:



Então, o que acharam? Eu, particularmente, acho que esse filme vai ser bem melhor que o anterior (apesar de ter gostado muito do primeiro filme...). Pelo sim, pelo não, reserve o dia 20 de novembro - tá chegando!

domingo, 13 de setembro de 2009

Crescendo

Há algum tempo, num dia muito ruim, ela chorou. Chorou como se não houvesse amanhã, como se as lágrimas fossem eternas, como se o mundo se resumisse a isso. Chorou como se as lágrimas fossem lavar sua alma, como se, com elas, se fossem todos os problemas que vinham se acumulando. Dizem que, quando se aguenta calada muitas coisas ruins, o copo acaba transbordando, e nesse dia, seu copo definitivamente transbordou. E com isso, transbordaram as lágrimas em seus olhos, como já foi deixado bem claro.

Ao fim de todo aquele choro, esperava que seus problemas, se não se resolvessem, ao menos se tornassem um pouco mais suportáveis. Que alguma força mística, a conjunção dos astros ou qualquer outra coisa na qual nunca havia acreditado a ajudasse a lidar com eles. E então... nada aconteceu. Nenhuma ajuda, nenhum sinal indicando o caminho certo, nadinha. Nesse momento, deu-se conta de que teria que resolver seus problemas sozinha e ninguém iria ajudá-la. Deu-se conta de que havia crescido.

[pauta para a revista: quando percebi que não era mais criança]

E o Oscar vai para... mim!

Todo mundo já pensou que a vida daria um filme... A minha daria vários! De cinco em cinco minutos, vejo o script do filme da minha vida dar uma guinada repentina e mudar completamente de rumo! O início do meu dia é uma grande comédia, daquelas em que, por conta do sono, tudo dá errado prá protagonista. Se o dia é importante, então, a luz acaba, a água do chuveiro esfria, o ônibus passa logo antes de dar tempo de chegar ao ponto e, no caminho, vem à cabeça que se esqueceu algo em casa, algo que não podia ter ficado para trás de forma alguma! E então, como num passe de mágica, tudo muda para um desses romances divertidos: fico sem fala ao ver aquele cara, dou mil e uma mancadas na frente dele. E, novamente, o gênero do filme muda e estamos em um drama: chega a tpm! Com ela, o acontecimento mais insignificante vira motivo prá rios de lágrimas e desespero. Na hora de voltar para casa, uma aventura: sobreviver ao horário de pico nas grandes cidades! E, no fim do dia, quase sempre vem o final feliz, tão comum em filmes. A não ser que, por conta de alguma prova com pouco tempo para se estudar, a comédia em que tudo dá errado comece mais cedo...

[pauta para a revista: minha vida daria um filme!]

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Espelho, espelho meu...

Não é fácil gostar de si mesmo. Você sempre será mais gorda ou mais magra do que aquela pessoa perfeita. Mais alta ou mais baixa do que a altura que sempre quis ter. Quando adolescente, invariavelmente teve mais espinhas que o necessário. Sua pele nunca será igual a um pêssego, e seu humor, convenhamos, nem sempre está lá muito bom. A gente nunca está completamente satisfeito com o que é, e isso não é ruim. Se não fosse por isso, não haveria essa busca constante do ser humano por ser sempre melhor, e mundo não estaria tão cheio de inovações.

Ainda que imperfeitos, temos que aprender a conviver com esses pequenos detalhes não muito legais, mas que, como um todo, completam a gente e nos dão toda uma harmonia. Senão, viramos uns chatos de galocha e perdemos muita coisa bonita que passa pela nossa frente, só por causa dessas nossas lentes acinzentadas de ver o mundo. Momentos prá te puxar prá baixo não vão faltar, mas as lentes coloridas estão lá prá esses momentos.

[pauta para o site: como vocês lidam com o amor próprio?]

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Alice.

Era uma vez uma garota. Claro, uma garota, é sempre assim com as garotas. Enfim, era uma vez. E ela era alegre, e besta, e mimada. E mudava de gosto como quem mudava de roupa. Mas cada gosto diferente, uma paixão irrefreável à parte. Desde um sabor novo de chiclete, passando por uma melodia que achou bonita, até um autor que viu na escola, tudo era motivo para um vício imenso. Intenso.
Até que um dia, um dia como outro qualquer, ela gostou tanto de uma de suas obsessões, que não a trocou por nada. Era só aquela. Afinal, ela era como um espelho de suas outras manias. Tudo de que gostava estava lá, reunido em um pacote de um alegre colorido.
Como que uma maldição, o alegre pacote colorido se desfez, e todas as suas manias - que tanto amava! - se foram ao chão. "E agora?", ela pensou. Eram tantas coisas que teria que retomar, tantas manias que deveria se lembrar, por só eram vividas em torno da antiga obsessão.
E foi a hora de conhecer uma nova mania: recolher os cacos daquelas outras, remontá-las, e arrumar um pacote próprio para elas. Um pacote cheio de cores, formas e padrões diferentes. Seu. Assim, não corre mais o risco de que tudo se espatife no chão novamente.
E foi o que fez.