sábado, 31 de janeiro de 2009

brilha, brilha, estrelinha!

Sabe o que é uma Lucky Star? Aqueles origamis, em formato de estrelas, 3D! Então, sabe qual é? Bacana. Sabe Fazer? Não?

Ask me how! - How?

Muito simples, a não ser que você tente entender um diagrama em japonês. Aí a coisa fica complicada. Mas eu, Anna, salvarei sua vida! Afinal, é tão terapêutico fazer essas estrelinhas, que mesmo estando à beira do suicídio, você desiste se fizer uma.

Primeiro, pegue uma tira de papel. A largura influenciará o tamanho da sua estrela; aumentando-a, seu comprimento também deverá ser maior. Depois, dê um 'nó' em uma das extremidades dessa tira, deixando um pequeno pedacinho de um lado - e um enorme do outro. Amasse esse nó, como na figura.


Agora pegue a parte menor e no no nó amassado, que lembra um pentágono. É, ainda bem que existem imagens para ajudar. Vire o seu quase-pentágono e dobre a parte maior na direção indicada pela seta. Vá fazendo isso eternamente, como se você estivesse encapando o pseudo-pentágono, até que ela se acabe.

Então, faça o que você fez com a parte menor, no início: insira dentro do, agora sim, pentágono.
Prepare-se: em poucos segundos você terá sua estrela! pressione os cinco lados da sua dobradura e ela vai 'inflar' e virar a linda estrela!

Origami significa, literalmente, dobrar (ori) papel (kami). Essa arte japonesa estabelece ligações com as mais diversas áreas, como a matemática, o design e na moda. O desfile da coleção Primavera/Verão 2009 de Karl Lagerfeld, da Chanel, contou com chapéus/enfeites de papel, feitos pelo japonês Katsuya Kamo, inspirados nos origamis. Também haviam colunas completamente forradas de camélias de papel nas passarelas, as flores preferidas de Coco. Palavras de Karl: "O papel é meu material favorito. Para mim, é também o ponto de partida para toda criatividade".

Então, use e abuse do tal Google e procure mais tutotoriais dessa maravilhosa arte japonesa. Ou pergunte para seus amigos. Sempre tem um que sabe fazer aquela coisa diferente. Pode ser um barquiho - acredite, há quem não saiba fazer -, corações, borboletas, tzurus - pre-ci-so aprender -, a lista não tem fim. Ou ensine alguém a fazer estrelinhas.Relaxante e divertido, basta começar. E reza a lenda que quem fizer mil origamis tem um desejo antendido. Não custa tentar.

[edit]Scrap recebido do Lott:
eu estava por ai pesquisando sobre lucky stars, e descobri que a lenda diz que se voce presentear alguem com 1000 lucky stars, ela terá sorte pra sempre! É um negocio assim.
"Did you know, jars of lucky stars are given as gifts to show love, friendship, and appreication. Gifting these pretty jars are also a way of wishing the reciever good luck and happiness."
(http://tooswt4you.deviantart.com/art/Lucky-Star-Jar-52324531)
Dai que eu resolvi fazer as 1000 luckystars e ja estou na 210 e esse negocio é viciante todo o momento quero fazer mais e mais e mais e MAIS E MAAAAAAAAIS e....
deu pra sentir o drama?
e a culpa é SUA!

Bom saber que minhas palavras tiveram esse efeito! O próximo passo, Pink? Dançar a Polca,Cérebro? Não, seu idiota. Tentar dominar o mundo!

domingo, 25 de janeiro de 2009

amy sol, um xuxu da terra dos xuxus.


Mocinhas delicadas, tons pastéis, natureza, candidez e elegância. Essa é parte da fórmula do trabalho de Amy Sol. Parte. A outra? Um talento incrível para reunir tudo isso de forma harmoniosa e emoção.

Amy Sol viveu sua infância na Coréia e, adolescente, se mudou para Las Vegas, onde ainda reside. De sua terra natal, trouxe as influências dos mangás. Já a experiência nos Estados Unidos trouxeram, para seu trabalho, ilustrações vintage e um design moderno. Puro loosho!

A artista plástica trabalha em "estado de calma completa", de acordo com a revista Zupi. E essa preferência acaba se refletindo nas personagens de suas ilustrações, que aparentam estar em um limiar entre o acordado e o dormindo, algo como um sonho com uma pontada de realidade.

Ela geralmente usa como suporte painéis de madeira, pintados em acrílico. Como é explicado em seu site, Amy trabalhou durante alguns anos na criação de uma palheta de cores própria, através da mistura de diversos pigmentos, obtendo tons pastéis suaves e cândidos. Amy apelidou-os com nomes subjetivos, como "árvores da noite", outono chuvoso", "ponche de frutas murchas" e "final de tarde". Fofa!

Ela foi, ainda, ponto de partida para um dos desfiles do último São Paulo Fashion Week - Inverno/2009. Erika Ikezili buscou, como de costume, referências orientais, e seu trabalho foi influenciado pela arte do furoshiki - embrulhar objetos e presentes em tecidos - e pelos desenhos da coreana. Isso levou as criações de Erika por um caminho lúdico e delicado, com uma cartela de cores leve e feminina na qual se viu muito cor-de-rosa, bege e azul.
"Passei grande parte da minha vida criando na solidão. Meus pais apoiaram-me muito e rodearam-me de livros e coisas para abrilhantar essa imaginação". Amy Sol
Visite o site da artista plástica para sua galeria, informações, novidades, blog da artista e para comprar seus desenhos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

caminho das índias - o clone 2?


Muito se fala sobre a nova novela das nove oito da Rede Globo. Depois do grande sucesso d'A Favorita, muitos creem (não errei, aderi à mudança ortográfica) que a nova novela será uma imitação do sucesso de sete anos atrás. Após ver o primeiro capítulo de Caminho das Índias e refletir sobre o assunto, eu discordo veementemente, e acredito no sucesso da nova produção da globo.

As duas novelas, apesar de muito comparadas, apresentam apenas um grande ponto em comum: tratar de culturas orientais. Só isso. Ok, a escritora. Mas só.

A religião em destaque na novela O Clone era o Islã, uma religião monoteísta originária da Península Arábica no século VII. Também conhecido por religião muçulmana, é baseado nos ensinamentos de Maomé (Muhammad) e numa escritura sagrada, o Alcorão. Segundo essa creça, o Islã tem seu surgimento relacionado à criação do homem, tendo Adão como o rpimeiro profeta e Maomé, o último.

Já os personagens de Caminho das Índias são, em sua maioria, fiéis ao Hinduísmo. Essa é uma das mais antigas tradições religiosas de que se tem notícia, e não possui um criador. Acredita-se em um espírito supremo cósmico, e as suas formas de adoração são diversas, assim como suas representações individuais. No Hinduísmo, cada pessoa possui um espírito - atman -, uma força eterna e indestrutível. A trajetória desse espírito dependerá das ações do indivíduo, que terão, cada uma, suas reações, de acordo com a Lei do Carma. Moksha, a libertação final, é atingida após um ciclo de mortes e renascimentos, a Roda de Samsara, finalizado pela Iluminação. A teologia hinduísta se fundamenta no culto aos avatares (manifestações corporais) da divindade suprema, Brâman. Particular destaque é dado à Trimurti - uma trindade constituída por Brama (Brahma, Xiva - Shiva - e Vixnu - Vishnu. Tradicionalmente o culto direto aos membros da Trimurti é relativamente raro - em vez disso, costumam-se cultuar avatares mais específicos e mais próximos da realidade cultural e psicológica dos praticantes, como por exemplo Críxena - Krishna -, avatar de Vixnu e personagem central do Bagavadguitá.

A novela também levanta a problemática dos Sisteas de Casta - varna. Ele é dividido de acordo com o corpo de Brahma, como foi explicado no primeiro capítulo da novela. A boca - Brahmin - representa os sacerdotes, filósofos e professores, que trabalham com a mente; os braços - Kshatriya - são os militares e os governantes; o estômago - Vaishya - são os comerciantes e os agricultores; os pés - Shudra - são os artesãos, os operários e os camponeses. A "poeira sob os pés" não pertence às castas, mas tem um nome: são os Dalit ou párias, os chamados intocáveis, a quem Mahatma Gandhi deu o nome de Harijan, os "filhos de Deus". São constituídos por aqueles que violaram os códigos das castas a que inicialmente pertenciam a pos seus descendentes. São considerados impuros e, por isso, ninguém ousa tocar-lhes. Fazem os trabalhos considerados mais desprezíveis: recolha de lixo, coveiros, talhantes, etc.Também existem os Adivasis - povos tribais - e os Mechhas - estrangeiros -, fora do sistema de castas.

As demais divergências temáticas são consequências dos costumes dessas religiões, ambas extremamente atuantes sobre a cultura dos povos que a cultivam. Exemplo são as danças, as roupas e a também a liberdade dada à mulher.

Talvez outro esforço para se tornar única, a novela ainda aposta na Comunicação Cross-media, utilizando coo plataformas de distribuição do conteúdo a TV e (tambores!) um blog. Isso mesmo, você não leu errado, um blog, que trará os bastidores da prodição, servindo também como um canal de comunicação com os telespectadores. A tecnologia também tem espaço dentro da trama. Indra, um personagem indiano, utilizará um blog para registrar suas impressões do Brasil.

Caminho das Índias promete se sair bem, não só na tarefa de se diferenciar do Clone, mas também de trazer novas formas de captar audiência e fidelizá-la. Assista e aguarde os próximos capítulos!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

maysa.

“Todos acham que eu falo demais
E que eu ando bebendo demais
Que essa vida agitada
Não serve pra nada
Andar por aí
Bar em bar, bar em bar
"









Link

Maysa na minissérie e na vida real

Minha nova paixão: assistir à minissérie global Maysa - Quando Fala o Coração. Não perco um capítulo. Fiquei doida com a força da Maysa. Sua voz, a paixão com que canta. Sua história vem registrando altos índices de audiência, fazendo com que a emissora se arrependa de ter encurtado seu projeto original. Tomou, plinplin?

Maysa masceu no dia 6 de junho de 1936, em São Paulo, ainda que tivesse um bom quê de carioca. Sua relação com a música vem da adolescência. Nessa época, cantava em festas de família e já compunha algumas músicas, como "Adeus", feita aos seus 12 anos. Aos 18, casou-se com André Matarazzo, um dos herdeiros da família Matarazzo, 17 anos mais velho. Fruto da união, nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, que dirije a minissérie. Apos o aniversário de um ano deste, Maysa grava seu primeiro disco, em 20/11/56.

Após dois anos de casamento, ela e André, que se opunha à carreira da esposa, se separam. A cantora entrou em grande depressão e se mudou para a cidade maravilhosa, buscando consolo. Lá, começou a se envolver com a 'turma da bossa-nova' e, especialmente, com Ronaldo Bôscoli, seu namorado por algum tempo. Percebendo que ele não terminaria com sua namorada 'oficial', Maysa anuncia para a imprensa que estavam noivos, o que acaba com o real noivado de Bôscoli e Nara Leão.

Depois disso, teve diversos problemas com a bebida e teve sua vida amorosa super-explorada pela mídia. Na Espanha, dois grandes acontecimentos: recebeu a notícia da morte de André Matarazzo, que disse ter sido seu único grande amor, e conheceu seu segundo marido, Miguel Azanza, passando a morar no país após seu casamento. Após a separação, se envolveu também com o ator Carlos Alberto e com o maestro Júlio Medaglia. Aos 41 anos, em janeiro de 77, Maysa sofreu um acidente de carro na ponte Rio-Niteroi e morreu.

Intensa, irreverente, contraditória, autodestrutiva e uma cantora espetacular. Maysa é um exemplo de mulher a ser seguido por sua coragem e sua intensidade ao viver.

Maysa Monjardim, em ambas as fotos

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

a trilha sonora da minha vida.

Bom, vi esse meme no fotolog do lott e, mesmo ele não indicando ninguém prá fazer, eu resolvi experimentar. É assim: Você pega sua playlist, coloca no random e vai apertando pra frente e preenchendo cada ítem com uma música. Fica uma trilha sonora da sua vida.
Os comentários embaixo eu que fiz, por pura liberdade criativa.

A minha:

Opening Credits:
Nightwish - Fantasmic
Bem a minha cara.

Waking Up:
Epica - Never Enough
Música legal para levantar, me arrumar e sair.

First Day At School:
Offline - Sete à Uma
Tinha um namoradinho na escola. Por isso essa música. Mas nem foi lá grandes coisas. E a escola era faculdade, ok? Senão fica muito grande o filme.

Falling in Love:
Ingrid Michaelson - The Way I Am
Oh! Super combinou.

During a sex scene, you scream:
Nightwish - Crazy Train (Ozzy Osbourne Live Cover)
Going off the rails on a crazy traaaaaain! Ui.

Fight Song:
Slipknot - Vermilion, Pt. 2
Eu fico triste durante brigas, ok. Fiquei triste e muito puta.

Breaking Up:
Teatro Mágico - Camarada D'Água
A única lógica que encontrei foi que ela toca logo depois de terminar, e eu apareço satisfeita dançando e rodando ao som dessa música no meio de uma rua ensolarada, com um vestido soltinho creme e uma baby bag na mão.

Prom:
Marilyn Manson - Coma White
Okay, eu só aparento estar feliz. em um momento, entro com meu tomara-que-caia preto e rabo de cavalo estilo anos 60 no banheiro, choro e tomo alguma coisa. Um doce?

At your speech after you become prom queen/king you say:
Nightwish - Ever Dream
É, talvez por não estar nas minhas condições de temperatura e pressão habituais, meu discurso vira um desabafo sobre a ausência dele em minha vida. Finalizo com um Ever felt away without me? My love, it lies so deep. Ever dream of me?? com lágrimas e ódio nos olhos, mas sem perder a dignidade.

Life's OK:
The 69 Eyes - Perfect Skin
Uhm. Depois da formatura fico mauzona. Tipo, só visto preto justchénho e curtchééénho, com um quê meio gótico nos figurinos. Saio a noite e entorno geral prá esconder a dor. Mas por fora, sou a party girl impiedosa. Say hello to the pretty eyes, Say hello to the deadliest lies. You got the looks, baby, I could die. You got the looks. You got a murder style.

Mental Breakdown:
Lacrimosa - Not Every Pain Hurts
Em Veneza, saindo de uma das festas ao sol nascer. Não aguento mais fingir que sou forte e tenho uma crise histérica e de choro. My burning heart - unbearable! My optimistic mind - collapsed! Depois, me acalmo, revejo meus erros, aprendo com o que já aconteceu. Without any pain it wouldn't be the same Experiences made me strong - Not every pain hurts Deep inside.

Driving:
The Moldy Peaches - Lazy confessions
Pego o meu carro e vou procurá-lo. Penso no que vou dizer. Coz I'm on a mission.

Flashback:
Infected Mushroom - I Wish
Um flashback da minha vida desenfreada prós-fim-do-namoro, mas sem arrependimentos, só saudades dele. Depois, dos nossos momentos juntos, das vezes que saímos juntos, tudo em cenas rápidas e dinâmicas. I'm playing the game the one that will take me to my end I'm waiting for the rain... to wash who I am. É claro, quando chego na casa dele, está chovendo.

Getting Back Together:
The 69 Eyes - Dance D'Amour
Chego lá, começo a falar e tudo se entende, ele vê que nunca devia ter me deixado. Cenas romantiquinhas da gente dançando à luz da lua, irradiando felicidade em nossos sorrisos. Baby would you dance with me to the night, into the serious moonlight? Brighter than the stars above you shine and the loving feels alright. Depois, o que sempre acontece depois das brigas. Ui.

Wedding:
Jet - Put Your Money Where Your Mouth Is
Perfeito. Um casamento em L.A., super last minute. Vamos prá lá só nós dois e, depois, pegamos o Volvo depe e vamos de cidade em cidade para aproveitas a noite juntchénhos. You can be the queen and I’ll be the king.


Birth of Child:
P. J. Harvey - White Chalk
Estamos em uma paia linda e deserta. Dorset's cliffs meet at the sea Where I walked (Our unborn child in me). Eis que a filha resolver que vai nascer, e nasce lá mesmo. Linda.

Paying the Dues:
The Wreckers - The Good Kind
You forced me to become strong When I just craved being weak. Pago minhas dívidas (não dívidas no sentido de contas. abstraia) com uma maturidade que o impressiona. Ele vê como cresci quando ele me deixou.

Your deepest secret:
Vanguart - The last Time I Saw You
Surto vendo ele com outra em um bar. I was properly insane For the whisky I had drunk The drugs I'd taken. O melhor amigo dele, o cara mau da história, me convence de que eles estão juntos e a gente vai pra casa dele. Ainda no carro, me arrependo, ele tenta me agarrar, dou aqueeeele chute em local estratégico, roubo o carro dele e vou embora. Acabo descobrindo que a mulher era uma amiga dele, e eles estavam esperando a namoradA dela, ele ia intermediar a reconciliação deles. Ou seja, eles não tinham nada mesmo e eu tinha sido uma anta. Começo a chorar e corro prá ele, conto tudo. Ele me perdoa e fica puto com o cara.

Night Before War:
The Penfifteen Club - Hey Miss Hilton
Ele vai a uma boatchy prá prucurar o cara, está tocando essa música. Ele o ameaça, mas o cara ri da cara dele e o provoca. Ele fica muito bravo e promete sangue. Apareço glamurosíssima a seu lado e rio do mauzão. Oh my, looky there Stone-cold foxy, platinum hair Short skirt, barely there Make a chick wanna hate, make a boy wanna stare.

Final Battle:
Chico Buarque - Joana Francesa
Ele aparece no apartamento do mauzão, brigam e o mauzão morre. Figimos no Volvo pela noite. Já é madrugada Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda. Acordo no carro parado no acostamento, deitada no colo dele.

Moment of Triumph:
Nightwish - While Your Lips Are Still Red
Vemos que nossos rostos estão em todos os noticiários. Vemos que vamos para a cadeia. Ele canta: kiss, while your lips are still red. Então, o bish' pega. A passionate hour's never a wasted one.

Death Scene:
Death Cab For Cutie - Summer Skin
Voltamos para a estrada, dirigindo a uma velicidade altíssima. O vento e o sol do verão batem em nossos rostos. And we shed what was left of our summer skin. Batemos em um caminhão. No segundo anterior, damos as mãos. Morremos de mãos dadas.

Funeral Song:
Nightwish - Elvenpath
O funeral é em uma floresta linda. In the sheltering shade of the forest Calling calming silence Accompanied only by the full moon The howling of a night wolf.

End Credits:
Celso Fonseca - She's a Carioca
Fim!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

i-D, a piscadela mara!

Acabei de 'ler' um livro sobre os 20 prineiros anos da revista i-D (Terry Jones (2001). SMILE i-D. Fashion and Style. 20 years of i-D magazine. i-D, London 2000 / Taschen, Cologne.). Ler entre aspas, quem já pelo menos viu o livro me entende: pouquíssimas páginas de texto, muitas imagens da revista. Páginas escolhidas por Terry Jones (-oi/ meu novo ídolo) das 204 edições desses 20. 600 páginas de pura diversão, recomendadíssimo. Mas então, o que vem a ser essa tal de i-D?

i-D é uma revista britânica sobre moda, arte, música e cultura, com um foco mais jovem (por jovem, não entenda adolescente, baby). Ela foi criada por Terry Jones, ainda editor, em 1980. Nessa época, a revista era completamente nova, completamente diferente das outras revistas. Até um pouco estranha, talvez. Imagens que funcionariam perfeitamente bem no tamanho original eram cortadas, e vice-versa. O destaque era dado às piores fotos de uma sessão. Nas primeiras edições, muitos punks e new waves estampavam as páginas da revista - em formato paisagem, para que, aberta, seu comprimento simbolizar a abrangência da moda urbana.

A logo da revista simboliza uma piscadela (oi, vovó, obrigada por me lembrar a palavra) e um sorriso. Todas as capas trazem a logo e, a partir da quinta edição, quase todas têm uma pessoa sorrindo e piscando o olho direito - esquerda de quem olha, panaca.

Minhas impressões pessoais: as primeiras edições, ainda que com algumas roupas legais, eram meio trash. #prontofalei. Mas as fotos eram muito legais. Não aquela coisa tipo '-oi/ sou modelo e estou tirando uma foto looosho prá Vogue'. É bem real, sem deixar de mostrar um estilo bem forte. E é o retrato de uma época. Poucas edições depois, ela já fica um pouco mais normal. Normal, não comum, banal ou convencional. Continua com aquele quê excentrico, mas uma excentricidade bem fundamentada (?), traduzindo a i-Dentidade (entendeu o trocadilho, ahn-ahn?) do jovem.

E nem só de desconhecidos fotografados nas ruas de Londres vive a revista. Já passaram pela publicação grandes nomes da moda e da música, como Kate Moss, a nossa Gisele, Vivienne Westwood, Yohji Yamamoto, Galliano, L'il Kim, Björk, Naomi Campbell, Rage Agains The Machine, Nine Inch Nails, Kylie Minogue, Marc Jacob e Madonna são alguns exemplos. Mas nem por isso a revista de entrega ao mainstream. Na verdade, tenta sempre fugir dele.

A revista é linda, interessante e um retrato as novas tendencias mundiais. Sim, eu amo essa revista. E você também vai amar.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

o'nine.

Eu tinha dois liundos posts para a semana passada, mas não deu tempo de puiblicar. Agora, eles passaram da validade, nem adianta mais. Maaas, não vou começar o maravilhoso ano de 2009 me lamentando. Vou escrever sobre o que já me aconteceu e especular sobre esse ano que promete.

Meu primeiros minutos de 2009 foram ocupados com vários desejos de felicidades feitos por pessoas que amo. Tem início melhor? Tanta gente importante dizendo "Feliz 2009" ou "Um ano mararavilhoso", que nem tem como não ser assim. Mesmo. Esse ano será o melhor da primeira década de 2000.

Depois, teve comida gostosa, teve música divertida. Okay, eu não gostava da música mas dancei, pulei e cantei como se fossem as minhas preferidas e, preciso confessar, me diverti horrores. Sinal de que serei menos extremista com meu gosto musical e mais capaz de me divertir, independente do ambiente.

Saí, virei a noite. Indicando que minhas saídas do ano serão tão bem aproveitadas quanto a primeira. Mas fico feliz se não houverem filas na porta padaria, antes de abrir, como no dia primeiro. Jovens famintos demoram para escolher o primeiro café da manhã do ano, fato.

Brinquei com crianças. Nada melhor para aliviar o stress e minha aversão e impaciência quanto aos pequenos. E o ano continuará assim, com uma Anna Carolina paciente e simpática. Imaginem que até de cabelereira eu brinquei.

Dormi cedo do dia dois para o dia três. Um ano com grandes cochilos, isso sim! Dormir cedo quando possível será um padrão em 2009! Além de fazer bem para a pela, olheiras e tal, faz bem para a mente. Também acarretará um ano relaxado e descansado. Uma vibe meio hippie, paz e amor, gallerë.

Andei na chuva hoje, por um ano sem preocupações desnecessárias. Por um melhor aproveitamento das oportunidades e por uma visão do lado positivo das coisas, sempre. Que mal faz se molhar um pouco mais? E que bem faz? andar na chuva tem seu charme e sua graça intrínsecos. Cabe a nós mentalizá-los no momento.

Trabalhei no dia 5 de janeiro. Quem diabos trabalha, sem receber para isso, no segundo dia útil do ano? Uma pessoa responsável e comprometida com seu futuro profissional, como eu serei sou. Chega de irresponsabilidade, chega de falta de vergonha na cara. Em todos os aspectos da vida. Né?

Enfim, comecei o ano feliz, sem saber porque. E farei de tudo para que essa felicidade se estenda pelos próximos 360 dias, e por todos da minha vida.