sexta-feira, 24 de outubro de 2008

enquanto isso, na lanchonete.

Ontem, fui à formatura de uma grande amiga. Como ela estava com meu convite e eu não sabia como chegar ao local, combinamos de nos encontrarmos no Mc Donald's. Como ela atrasou, coisa pouca, uma hora, eu tive que ocupar meu tempo sentada na mesa vazia de alguma forma. Após me cansar de pensar se as pessoas estavam achando muito estranho uma garota avulsa no meio de uma lanchonete, toda maquiada e vestida para uma festa, resolvi analisar as pessoas que lá entravam! Não, eu realmente não tinha nada para fazer. Então, vamos ao que interessa. A análise.

O McDonald's, específicamente o da praça da savassi, é frequentado por grupos muito específicos de pessoas. Percebe-se um padrão facilmente, após alguns momentos de observação. Sempre tem...

... os gorduchos. Claro. O lugar praticamente só tem junk food. Quem vai lá prá comer uma salada ou uma fruta tem sérios problemas mentais. Se a pessoa já não é gorda, e está apenas alimentando (litaralmente) o vício por comida, logo logo estará gigantesca, com todos aqueles sanduíches bigs, duplos e por aí vai.

... os casais jovens. Pode ser a atmosfera alegre e acolhedora do lugar. Pode ser a localização estratégica, caminho de vários outros locais, permitindo aos pombinhos fazer uma boquinha antes do programa noturno. Pode ser o preço, bem mais acessível que um jantar em um restaurane refinado, já que jovens não trabalham e vivem da mesada do papai. Fato é, casais jovens sempre podem ser vistos lá.

... os quarentôes recém-saídos do trabalho. Para eles, tenho duas teorias básicas muito próximas uma da outra. Teoria número um. Estão lá para tentar parecerem mais jovens, visto que passam pela crise de um terço de idade - que antes se chamava crise de meia idade, mas com o aumento da expectativa de vida, virou um terço. Teoria número dois. São solteirões e estão lá tentando arrumar um broto mais jovem e aparentar menos idade por irradiação.

... as pessoas que estão apenas esperando alguém. O famoso cara-de-pau. Senta lá, na segurança, no abrigo e no conforto do estabelecimento, prá esperar aquele amigo e irem pra outro lugar. Esse tipo, além de ocupar as mesasdo lugar, não traz lucro nenhum para a rede. Não que eles se importem, já que lucram horrores. Mas, mesmo assim, é chato. Alguns fingem ler um livro; outros, simulam uma conversa no celular; ainda há quem simplesmente fique parado, olhando as pessoas que passam pela rua ou a mocinha que limpa o local. De todos os tipos, este é, de fato, o mais à toa.

Obviamente, me encaichava no último perfil. Após diagnosticar cada um dos citados acima, comecei a encaixar toda e qualquer pessoa que adentrasse recinto.

Moral da história: nunca, jamais se esqueça de perguntar se a pessoa que esá indo encontrar com você já está saindo de casa. Caso contrário, você pode acabar como eu.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

reflexões futebolísticas

Não, você não está no blog errado! Nem está vendo uma troca de autoria. É a Anna Carolina que está escrevendo o texto. Espantem-se: eu posso me exercitar.

Recentemente, recebi uma iluminação divina me dizendo que deveria me exercitar. Na verdade, a iluminação foi mais minha ex-calça-larga super apertada, minha flacidez mórbida dos 50 e muitos quilos e meu preparo físico de bicho-preguiça que não me permite subir três escadas em um curto intervalo de tempo, ou as escadas do Centro Esportivo Universitário. Sério, essas malditas escadas disfarçadas de arquibancadas devem ter, no mínimo, uns quinhendos degraus, ela simplesmente não tem fim.

Então, com fins estritamente esportivos (emagrecer e deixar de ser flácida), resolvi entrar para o time de futsal da sala. Claro, conveientemente deixei para pensar no que deveria fazer, estando no time, só depois que meu nome já estivesse lá. Ou eu desistiria. Ou seja: me espantei quando precisei abandonar meu amante de tantos anos, o sedentarismo.

Algumas semanas atrás: treino. Quem inventou os treinos não era lá muito esperto. Levando em consideração que você precisa de muita energia no jogo, nada mais óbvio que poupá-las até o momento exato da partida. Ignorando o erro da pobre criatura inventora dos treinos, me esforcei. Toquei a bola por cinco, quem sabe dez minutos. E voltei andando para a Faafich. Quer exercício melhor que esse? Claro, cheguei no prédio morta e minhas pernas se recusaram a subir a escada no momento em que cheguei.

Semana passada: jogo do campeonato masculino e, logo após, brilhante idéia de ver como estava o time feminino. Péssima, péssima idéia. Já havia esgotado minhas forças no jogo anterior, ao toprcer fervorosamente pelo meu time. Balancei a camisa, gritei e cantei. Isso acaba com qualquer um. Sem falar na tentativa autodidata de um pseudo-le parkour. Enfim, não consegui jogar nem por dez minutos e decidi largar o cigarro. No instante seguinte, lembrei-me de que não fumo.

Nessa semana: chegando ao local do jogo, sou informada que, até o momento, estávamos ganhando! Ok, por WO, mas estávamos. Duas pessoas do nosso time contra nenhuma do time adversário. Ok, isso deve ter durado uns dez minutos, e o outro time acabou ficando com jogadoras a mais, enquanto nos faltava uma para completar o time. Com uma contratação especial de última hora, demos início ao jogo, não antes de tirarmos fotos do time e fazermos aquele grito de guerra em roda, super barango, sem sentido, e divertido.

Os primeiros minutos: uma comédia sem fim. Gargalhadas contagiavam a torcida e as próprias jogadoras perna-de-pau. Boladas, empurrões, corridinhas ridículas e cansaço. No intervalo, quando conseguimos ficar de pé, guerra de água coo pretexto para minimizar os efeitos do sol das dez da manhã, um perigo para todas as jogadoras. No segundo tempo, mais chutes errados, passes para colegas inexistentes e boladas. Uma maldita bola redonda que não parava na linha quando eu ia cobrar laterais e um cansaço bizarro. No entanto, não foi assim tão ruim. perdemos de pouco: 2x1. Nada mal quando se espera que seu time seja o Coalhados feminino.

Hoje, descobri que o futsal é a salvação da minha vida. Não sei por quanto tempo essa maré esportiva vai durar, mas, enquanto ela está aí, vou aproveitar. Tudo pelo projeto menos sete quilos até o Churrascom, ops, pela vitória e pela glória do time.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

indie 08

Minha experiência anterior relacionada ao festival era meio controversa. Ainda que tivesse grandes expectativas e esperasse ansiosamente pela época em que ele acontecia, a lembrança do primeiro e derradeiro filme assistido, dois anos, ainda me assustava um pouco. Uma grande decepção.

Ignorando o retrospecto infeliz, e alegrei novamente com a chegada do Indie 2008. Planejei horários, organizei os filmes que queria assistir, convidei amigos. Foi assim que conheci os filmes avaliados a seguir.

O local, inteiramente novo para mim. O Usina Unibanco de Cinema me pareceu, à primeira vista, um local agradabilíssimo, do qual não pretendo me ausentar por muito tempo. O clima aconchegante, as pessoas incomuns e as salas diferentes d cinema de shopping a que fui sendo acostumada me chamam de volta. Amei.

Como Ser (How To Be, Oliver Irving, Reino Unido, 2008)
Impossível não simpatizar com Art e ver nele nossos próprios defeitos.
Impossível não gargalhar a cada aparição do Dr. Levi Ellington.
Impossível não querer bater no amigo agorafóbico de Art.
Impossível não torcer para que ele resolva seus problemas.
Impossível não pensar sobre como você está vivendo no fim do filme.
Impossível não gostar.

Quem Me Amar Me Siga (Qui m'Aime me Suive, Benoît Cohen, França, 2006) Maxime Maréchal tornou-se o oposto do que queria quando jovem. Um médico de carreira sólida e vida rotineira. Ao dar-se conta disso, vai em busca de um sonho antigo: ser músico. Chama dois amigos e uma cantora que conhece em um bar e juntos, fazem músicas incríveis. Mesmo se a história fosse ruim, as músicas salvaria. Mas não é. Filme e trilha unem-se em uma composição belíssima. Definitivamente um dos melhores desta edição.

Rio (River, Mark Wihak, Canadá, 2007) Stan e Roz conhecem-se em um café e constróem uma forte amizade. Ele, um escritor que tenta terminar seu romance e prega poemas pelas ruas da cidade. Ela, frustrada em seu emprego e apaixonada com fotografias. Ao entrarem na vida do outro, acabam por se tornarem indispensáveis e inseparáveis. Um filme muito, muito bonito. As imagens são impressionantes também.

Choking Man (Idem, Steve Barron, EUA, 2006) Uma lanchonete frequentada por imigrantes no subúrbio de NY. Atendentes das mais diversas origens. Jorge, lavador de pratos, imigrante equatoriano e tímido. Acaba se deixando gostar de Amy, a garçonete chinesa, mas não tem a coragem de tomar grandes iniciativas e vencer a concorrência. Em sua frente, todos os dias, está um cartaz com os procedimentos no caso de se deparar com uma vítima de engasgo. Conselhos de um colega de quarto muito estranho enchem a cabeça de Jorge, um reflexo de nossas próprias consciências. Desenhos encantadores ao longo do filme completam esta película interessantíssima.

Você Acha Que Me Conhece Realmente: A História de Gary Wilson (You Think You Really Know Me: The Gary Wilson Story, Michael Wolk, EUA, 2005) Gary Wilson foi e sempre será uma lenda musical. Seu trabalho, extremamente inusitado. Um jazz/rock/colagem nada convencional, maximizado por figurinos, no mínimo, alternativos, como roupas íntimas ou fitas. Um desaparecimento que não deixou pistas para seus fãs e sua volta recente, mostrando que o álbum You Think You Really Know Me, de 1977, não foi esquecido no passado pelo público.

Férias (Ferien, Thomas Arslan, Alemanha, 2007)
Férias em uma casa de campo ao norte de Berlim e uma família em conflito são os principais elementos desta película. Um casamento acabado, um namoro em sua primeira crise, uma mãe que, mesmo casada, ainda acredita na volta do ex-marido e uma avó adoecida unem-se durante um descanso que vai pelas cucuias. O que reina é o estresse, fora do controle dos membros dessa família despedaçada. Uma história muito boa e cenas maravilhosas.

É, definitivamente a primeira impressão, que tive no Indie 2006, foi completamente apagada da minha memória.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

dezenove.

Antes de sair de casa, mensagem e abraços. No caminho, mais abraços. Chegando à UFMG, adivinhem, mais abraços, e por aí vai o dia todo. Enfim, se há uma palavra prá definir meu treze de outubro de dois mil e oito, é abraçativo. Se bem que essa palavra não existe. Mas deu para compreender a idéia. Se bem que teve muito mais que isso.

Teve um bolo inesperado, um parabéns inesperado. Planejamentos: como virar groupie ou freelancer em um mês? Depois, almoço com pessoas muito, muito presentes na minha vida atualmente. Espero que não só atualmente. Vi uma amiga especialíssima. Que não sai da minha vida de forma alguma. Também, eu não quero que isso aconteça mesmo! Pequeno all star e carta datilografada. Amei amei amei! Tive, também, que comprar o presente que receberia da mãe. Claro, um presente que implica em outro dia maravilhoso: meu ingresso! Ah, como ele é lindo.

À tarde, milk-shake prá me deixar calminha e cinema. Mostra de cinema, comoamo! Indie 08. Choking Man, prá ser mais exata. Primeiro telefonema que me fez ganhar meu dia: Arara, diretamente de terras germânicas! Chorei rios. Fotos do programa da mostra em lugares diversos. E tome-lhe mais UFMG! Desabei pro outro lado da cidade novamente, por causa da CRIA, dessa vez. Na volta, meu presente já conhecido e amado, a Lua. Cheia, linda. Não sei porque, mas acho que a Lua é minha. Pessoa educada do meu lado, achei que estivessem extintas.

Em casa, pseudo-comemoração com a família. Amomaisquetudo. Segundo telefonema que me fez ganhar meu dia: minha querida amiga, de terras belorizontinas mesmo. Chorei rios novamente. Parabéns divertidos do orkut. Terceira ligação que me fez ganhar meu dia: vovó, direto de terras cariocas! Chorei rios mais uma vez. Depois? Ah, um fim de dia como quase outro qualquer. No entanto, feliz, muito feliz. Nada demais, um dia simples, mas que está no Top Five da minha vida, com certeza.

Presentes de Anna para Anna: mais responsabilidade, mais impulsividade, menos racionalidade. E lentes mais leves e coloridas para enxergar a vida e o mundo à minha volta.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

a vida é curta, aurel.

Hoje terminei de ler Vita Brevis, livro de Jostein Gaarder. É, um nome familiar para alguns; ele é o autor do best-seller O Mundo de Sofia. A leitura partiu da vontade de ler toda a obra do norueguês. Por mais que tenha demorado para, realmente, começar a gostar da obra, amei-a dessa vez. Mas vamos por partes.

Conheci Gaarder em uma tarde em que vagava pela biblioteca da escola, procurando algo bom para ler. Uma coleção de livros bonitos, de lombadas coloridas, tamanhos diversos e aparência bem consevada. É, o velho "não se deve julgar um livro pela capa" não serviu para mim na ocasião. Os nomes, em sua maioria, estranhos a mim, exceto pelo maior de todos: O Mundo de Sofia. No entanto, não recordava o porquê de o título ser famoso. Lendo a orelha, lembrei-me de que sua fama relacionava-se a sua capacidade de resumir a história da filosofia em páginas destinadas a pessoas mais jovens, não necessariamente o leitor habitual de filosofia. Por não ser tão ambiciosa ou por preguiça do tema desse livro, resolvi ler o segundo maior volume: O Dia do Curinga. Como gosto de jogos com baralho, o nome foi um bom atrativo. A descrição também teve lá seu papel atraente.

A história, por sua vez, não deixou a desejar. Me prendeu completamente. Parei de ler na época de provas, mas retornei o mais rápido possível à leitura, assim que voltei de férias e a biblioteca novamente abriu suas portas. De tão apaixonada pelo livro, resolvi encarar o grandalhão. E, para a minha surpresa, li-o mais rapidamente ainda!

Depois, li Maya, Através do Espelho, O Pássaro Raro e, para que lesse todos os livros do autor da biblioteca, faltava-me, apenas, Vita Brevis. Havia deixado-o por último pois não me interessei muito pela história. Mas já estava doida com esse tal de Jostein Gaarder, sua maneira de escrever, suas histórias que nos fazem pensar. Queria ler todos os seus livros e não deixaria um tema não tão atraente me desanimar dessa forma. Porém, acabei desistindo no meio da obra, por uma mistura de falta de tempo e dificuldade de focar minha atenção.

Eis que, procurando algum livro para distrair uma aula desinteressante do Ciclo Introdutório às Ciências Humanas, pensei em procurar outros livros do autor na biblioteca da universidade. Ao ver que os títulos que não haviam lido estavam indisponíveis, exceto por Vita Brevis, a vontade de ler todos os livros do autor voltou com toda a força. O livro anteriormente rejeitado brilhava à luz do desafio. Sempre se pode contar com a beleza de um desafio para estimular situações procastinadas. Então, ecomecei, prometendo a mim mesma dedicar toda minha atenção e boa vontade ao exemplar que tinha em minhas mãos.

Para a minha surpresa, a história me envolveu de forma mágica. Para os desavisados, Vita Brevis, do latim, a vida é curta, apresenta uma carta escrita a Aurélio Agostinho, mais conhecido como Santo Agostinho. O remetente? Ninguém menos que a mulher com quem tal figura tão conhecida viveu por anos e anos, Flória Emília, e que a ele deu um filho. Traz a visão da mulher abandonada, motivada pelas confissões do então bispo de Hipona escrever a seu enerno amor. Flória relembra-o de momentos marcantes da vida do casal, de seu filho e, por fim, questiona o modo como Aurel vê a Deus e seu desprezo pela criação divina.

Além da habitual reflexão que o livro estimula, temos a chance de conhecer um pouco da vida desta personalidade, Santo Agostinho, por um viés menos mistificado e idolatrado que o apresentado pela Igraja Católica. Por fim, acaba-se compartlhando da dor de Flória e de suas dúvidas quanto ao ascetismo religioso negador da vida terrena.

Definitivamente um boa leitura. Fico feliz por não ter deixado minha primeira impressão dessa obra me impedir de aproveitá-la no momento devido. E agora, que venham mais! Inicio amanhã o Mistério de Natal, do referido e amado autor. Aguarde!

domingo, 5 de outubro de 2008

afazeres, twilight, indie08

Minha lista de coisas para fazer diminuiu consideravelmente:
pesquisar sobre lubrificantes para carros para a matéria da direções;
trabalho de mídia impressa;
arrumar o quarto;
ler vita brevis.

Beeem mais simples. Acabei de ler Breaking Dawn. E, como só vou ler o Midnight Sun quando ele estiver pronto, acabei a saga Twilight! Ai, lindo lindo lido. Meus olhos se encheram d'água no fim. =)

Ah! O indie começa nessa semana. Dia 10.
É claro que eu já tenho os filmes que preciso ver e, obviamente, não vou ter tempo suficiente.
Como Ser
Quem Me Amar Me Siga
Amantes
A Fotografia
Rio
O Último dos Loucos
Pegando Fogo
Quero ver todos esses, sem excessões. Ok, sete filmes, super possível. E não me importo de ver outros. Fico até bem feliz.
Agora, fazer minha 'To Do List' desaparecer. ;)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

sentimentos?

Caminhadas pela UFMG podem render boas discussões internas. Bom, não foi uma caminhada de verdade para qualquer pessoa normal. Eu, como me exercito pouco, penso que uns três quarteirões que eu ande entre a portaria e a Fafich são uma boa caminhada. E, como minha mente divaga fácil, não foi lá muito surpreendente que eu tenha pensado muito sobre uma coisa aparentemente tão comum: sentimentos. Ok, tema meio brega. Mas não feche a janela! Ou feche, sei lá, né? Enfim, vamos ao que eu pensei.

Passamos nossa vida toda tentando evitar tristezas, desapontamentos e outros sentimentos desagradáveis. Preferimos não arriscar a possibilidade de uma felicidade imensa apenas para não nos sentirmos mal. Medo de errar, medo de fazer uma escolha equivocada. Medo maldito! É como um freio na nossa cabeça. "Será que faço isso? Ah, mas eu posso estar errada. Melhor não." Mas, e se você não estiver?

Claro, considerando-se a Lei de Murphy, qualquer ato será um equívoco em 66,6% das vezes, mais da metade das tentativas. Mas, em 33,3%, pode ser uma coisa acertada! E, os famosos momentos de felicidade, já antes discutidos, não devem ser desperdiçados, nunca. Eles já são tão raros!

E, no final da sua vida, o que será melhor? Uma vida regular, sem muitos altos e baixos, medíocre? Ou cheia de emoções fortes, boas e ruins; uma vida, de fato, vivida? Sim, isso foi uma pergunta completamente direcionada. E, para os mais burrinhos, a resposta certa é a segunda opção. Não voltaremos a esse mundo exatamente como ele é. As chances desperdiçadas dificilmente serão repetidas. Tente. Arrisque. O destino não será tão generoso se você renegar todas as suas oportunidades.

E não viva uma vida medíocre. ;)

No mais... Treinamentos de jornalismo, provas, trabalhos, garibada, fotos, textos, rádio, impressos. E, no fim de tudo: festa.
Tentando ser mais responsável. ;)