quarta-feira, 1 de outubro de 2008

sentimentos?

Caminhadas pela UFMG podem render boas discussões internas. Bom, não foi uma caminhada de verdade para qualquer pessoa normal. Eu, como me exercito pouco, penso que uns três quarteirões que eu ande entre a portaria e a Fafich são uma boa caminhada. E, como minha mente divaga fácil, não foi lá muito surpreendente que eu tenha pensado muito sobre uma coisa aparentemente tão comum: sentimentos. Ok, tema meio brega. Mas não feche a janela! Ou feche, sei lá, né? Enfim, vamos ao que eu pensei.

Passamos nossa vida toda tentando evitar tristezas, desapontamentos e outros sentimentos desagradáveis. Preferimos não arriscar a possibilidade de uma felicidade imensa apenas para não nos sentirmos mal. Medo de errar, medo de fazer uma escolha equivocada. Medo maldito! É como um freio na nossa cabeça. "Será que faço isso? Ah, mas eu posso estar errada. Melhor não." Mas, e se você não estiver?

Claro, considerando-se a Lei de Murphy, qualquer ato será um equívoco em 66,6% das vezes, mais da metade das tentativas. Mas, em 33,3%, pode ser uma coisa acertada! E, os famosos momentos de felicidade, já antes discutidos, não devem ser desperdiçados, nunca. Eles já são tão raros!

E, no final da sua vida, o que será melhor? Uma vida regular, sem muitos altos e baixos, medíocre? Ou cheia de emoções fortes, boas e ruins; uma vida, de fato, vivida? Sim, isso foi uma pergunta completamente direcionada. E, para os mais burrinhos, a resposta certa é a segunda opção. Não voltaremos a esse mundo exatamente como ele é. As chances desperdiçadas dificilmente serão repetidas. Tente. Arrisque. O destino não será tão generoso se você renegar todas as suas oportunidades.

E não viva uma vida medíocre. ;)

No mais... Treinamentos de jornalismo, provas, trabalhos, garibada, fotos, textos, rádio, impressos. E, no fim de tudo: festa.
Tentando ser mais responsável. ;)

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