sexta-feira, 22 de maio de 2009

a rotina noturna de uma cobertura 24h (via twitter)

01:17 AM - Violeiro MARA, todo mundo dançando loucamente. Preciso dormir assim que isso acabar.

01:31 AM - SONO

01:43 AM - Me mandar acordar 6:00 da manhã? Tem gente que não vê perigo na vida.

01:47 AM - Já que vai todo mundo acordar CEDO, por que as pessoas não aproveitam e CALAM A BOCA p/ eu dormir um pouco na van?

02:47 AM Não trouxe minha necessaire. Vou ficar sem meu ritual noturno de beleza. #mulherzinha

02:30 AM - ESSA IMPRESSORA NÃO PARA DE FAZER BARULHO!

05:00 AM - Esqueci de mudar o horário do meu despertador. FML

06:00 AM - Se a janela estivesse aberta, jogava o despertador da @jessie_small por ela agora.

07:30 AM - Cadê quem me fez acordar essa hora?? Vou cantar nas portas dos quartos e ver se ela acorda.

08:00 AM - Ali está! Com uma p*** cara de sono! Quero voltar no tempo e dormir. Só mais 5 minutinhos!


E hoje começa tudo de novo. Aqui vou eu!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

aquilo.

Uns tempos atrás, sexo era 'aquilo'. Um assunto desconfortável, sobre o qual muita gente não gostava de falar. Se alguém começava a conversar sobre 'aquilo', sempre tinha quem saísse prá beber uma água, se lembrasse de buscar alguma coisa em outro lugar ou, simplesmente, mudasse de assunto e discutisse o clima. Ultimamente, porém, o tema vem ganhando muito espaço na vida e nas conversas das pessoas. É comum conversar sobre sexo com os amigos e também com os pais, ainda que, no início, possa existir um pequeno desconforto. O rumo das conversas é diferente do que se poderia esperar: o que antes era pura curiosidade, agora virou apenas uma troca de experiências, um tema como outro qualquer. Com a televisão, a internet e, como seus avós dizem, "essas crianças curiosas sem pudor!", já se sabe tanto quanto, ou até mais que seus pais, quando ainda se está iniciando a vida sexual. A conclusão a que muitos pais, ao tentarem esclarecer seus bebês sobre isso, é que esse mundo está mesmo mudado... E também acabam se perguntando onde é que seus filhos aprenderam isso tudo.

[pauta para o site: vamos falar de séquisso.]

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Das coisas que aprendi com a gripe suína.

Com o surto de gripe suína, não apenas a vida dos mexicanos, mas a minha também, virou de pnta cabeça. A hipocondríaca em mim entrou em pânicoa com a chegada dos casos suspeitos ao Brasil. Com a confirmação, ontem, de quatro casos, quase tive um siricotico.

Desde que atingimos o nível 4 - em 6 - na gravidade do vírus H1N1, comecei a dar atenção aos 30.947 conselhos diários que meus pais me davam. Passei a ter medo de espirros e ficava um pouco amedrontada ao passar em frente ao Hospital das Clínicas, onde estão isoladas os suspeitos de Belo Horizonte.

Quando estava ficando calma, sem medo de ser infectada ao sair de casa, foi anunciado pela OMC que já estávamos no nível 5 - de 6, eu repito! As ruas no México estavam vazias. Mais casos surgiam a cada noticiário. E, então, acabou minha semana de folga: tive que voltar vara o estágio - adivinhem - ao lado da área isolada para os casos suspeitos.

De lá prá cá, tenho estado em total alerta. Alerta, não. Pânico, desespero, e por aí vai. Quando alguém espirra, paro de respirar pelo maior tempo possível. Fico vermelha, roxa, azul, mas me seguro: e se o vírus estiver por ali, dando sopa? Também lavo as mãos a todo tempo e evito cumprimentas as pessoas - o vírus passa cinco dias incubado, e se a pessoa pegou o vírus de um mexicano com o qual esbarrou na rua? E se a pessoa for mexicana?

Pelo sim, pelo não, vou comprar uma máscara hoje e começar a usá-la imediatamemnte. Afinal, nunca se sabe se aquele cachorro fofo da sua tia não virou playground do vírus!

domingo, 3 de maio de 2009

A primeira mulherzinha que nunca se derreteu diante de um par de sapatos em uma vitrine, que atire a primeira pedra! Toda mulher - na verdade, toda pessoa - que se preze merece um momento consumista a la Becky Bloom. Afinal, ninguém é imune a objetos de desejo, sejam eles sapatos, bolsas e roupas ou livros, CDs e outras coisas não ão mulherzinha! Promoções, então, nem se fala. Uma coisa linda e que te cai bem, por um preço bem menor, e você vai ignorar? Sem chance! E isso é totalmente normal. Faz parte do ser humano ser vaidoso e buscar coisas que alimentem essa vaidade. É a partir das nossas roupas, sapatos, bolsas, maquiagens, acessórios e coisas do tipo que construiremos a primeira impressão que as pessoas farão a nosso respeito. Portanto, nada mais natural que investir nisso, não é?

recolher o toque de recolher?

Em algumas cidades, já há um horário certo para que adolescentes voltem para suas casas, de acordo com a faixa etária. Definida por lei, essa regra pretende proteger o jovem e evitar que ele se meta em problemas. A principal crítica à medida é que a decisão acaba interferindo na própria autoridade dos pais. Afinal, são eles que deveriam ter consciência do quão maduros e responsáveis são (ou não) seus filhos. Enquanto isso, pais que não conseguem exercer sua autoridade comemoram: esperam que, pelo menos assim, serão respeitados. Mas será que vale, esse "respeito"?
Uma coisa é certa: quem quer aprontar não vai desistir porque "já passou seu horário de ficar na rua". E quem quer se divertir, mesmo já tendo maturidade para isso, é que vai sair prejudicado nessa história.

[pauta para a revista: como vocês receberam a notícia do "toque de recolher"?]